POR FALAR EM CINEMA

A frase do personagem Travis Bickle, "Are you talkin' to me?", dita por Robert De Niro no filme Taxi Driver, de 1976, conseguiu superar a famosa "My name's Bond, James Bond", ouvida pela primeira vez do filme O Satânico Dr. No, de 1962. Segundo a BBC, ao menos na Inglaterra a assustadora pergunta do personagem … Continuar lendo POR FALAR EM CINEMA

RASCUNHO

O novo vírus entre os 'artistas' da cidade são os caderninhos. Montar cadernos com colagens, desenhos, fotos. Nesse site, um pessoal que SABE fazer. Eu estou, modestamente, montando alguns. Não é tão fácil quanto parece, mas é muito gostoso. É legal colocar um som e ficar ali, recortando e colando, madrugada adentro, fuçando velhos recortes, … Continuar lendo RASCUNHO

Boletim do Mundo Mágico

Meus pés sonham suspensos no Abismo minhas cicatrizes se rasgam na pança cristalina eu não tenho senão dois olhos vidrados e sou um órfão havia um fluxo de flores doentes nos subúrbios eu queria plantar um taco de snooker numa estrela fixa na porta do bar eu estou confuso como sempre mas as galerias do … Continuar lendo Boletim do Mundo Mágico

ADORO LISTAS

übercool:1. o minimalista e robótico escocês David Byrne2. a torre de tamborins do percussionista brasileiro Mauro Refrosco3. The Tosca Strings, aliás ótimo nome4. 30% de músicas dos Talking Heads, 40% do disco novo5. um trecho da La Traviata, de Verdi, um rock, um mambo, um forró, um folk, uma cover do Hendrixmegacaído:1. sujeitos bêbados de … Continuar lendo ADORO LISTAS

MAIS RESPOSTAS PRAS MINHAS DÚVIDAS MAIS CRUÉIS

O fim do mundo não pode acontecer porque: I. (...) um mundo acaba a todo instante - as ondas de tempo apenas deixam um rastro de memórias secas de um passado fechado e petrificado - memória imperfeita, já morrendo, outonal. E cada instante também faz nascer um mundo (...) II. (...) O Tempo nunca começou. … Continuar lendo MAIS RESPOSTAS PRAS MINHAS DÚVIDAS MAIS CRUÉIS

(sem título)

Afobado, precipitava calmaria. Tropeçava na lentidão de sua pressa. Era canhoto de pirraça. Veio para ter alguma serventia à tristeza. Depositava suas camisas sujas em conta-corrente. A economia da vida era inflação da morte. As dívidas encareciam seu tempo. Os pombos não tinham pudor com seus cabelos. Suas insistências estavam todas falidas. Na sala, as … Continuar lendo (sem título)

O QUE EU PRECISAVA HOJE?

Assistir um pôr-do-sol, mesmo que fosse um daqueles bem cafonas.--We're not our skin of grime, we're not our dread bleak dusty imageless locomotive, we're all beautiful golden sunflowers inside, we're blessed by our own seed & golden hairy naked accomplishment-bodies growing into mad black formal sunflowers in the sunset, spied on by our eyes under … Continuar lendo O QUE EU PRECISAVA HOJE?