O PEQUENO PRÍNCIPE

Passando para contar que ontem foi lançada a edição bilíngue do livro “O Pequeno Príncipe / The Little Prince” [Ed. do Brasil], adaptado pela escritora Telma Guimarães (@telma_guimaraes_escritora), com ilustrações minhas 🥰 ⁠

Tem váaarios desenhos que eu amo, mas os personagens moradores dos planetinhas são especiais, porque eu era encantadíssima por eles na versão original: o vaidoso, o rei, o bêbado (!), o geógrafo… É um livro que marcou demais a minha infância (nos anos 70 não tinha tanto livro infantil ilustrado no mercado quanto hoje, então reli esse trocentas vezes)⁠ e estou super feliz com o resultado. Obrigada, @filtroagencia, adorei o desafio <3⁠
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Ah! Dá pra comprar o livro no site da editora @editoradobrasil_oficial:

https://lojavirtual.editoradobrasil.com.br/74126124211-o-pequeno-principe-the-little-prince.html

ASSOVIO

https://evauviedo.com.br/assovio

Livro de artista feito à mão em 2017. Cortado, dobrado e escrito um a um com poema de Ian Uviedo; cada peça é única, feita a partir de papel pintado com a técnica oriental do sumi-e.

ASSOVIO

a música anuncia sua partida
e a noite ainda alcança
essas cidades
sozinha
a eternidade desfaz-se em um riso
suspiro falso 
ao vento
assovio.
triste melodia
os passos
as escadas
o amor?
ergue-se o dia
o sonho dilui a lágrima
ruas vazias,
madrugadas resplandecendo
por trás dos vitrais
sangue sim
sempre
o perfume do leite não ergue catedrais
sobre feridas
ruínas
a música anuncia sua partida
sapatos, vestidos, cigarros
outro dia.

HAY QUE PROTESTAR

Na última vez que fui a Buenos Aires, em 2017, estava sendo convocada uma greve geral e uma série de protestos – situação cotidiana de metrópole na América Latina né, aqui no Brasil a coisa também estava fervendo com Fora Temer e denúncias de golpe.⁠ Com uma dose da habitual desilusão, perguntei a um taxista se os protestos por lá costumavam dar resultado, se com a pressão popular eles conseguiam ser ouvidos, se de fato mudava alguma coisa.⁠

Ele me respondeu meio dando de ombros: “Que sé yo… Pero hay que protestar. Si no, parece que estamos contentos con lo que hacen”.⁠

Mesmo sem muita esperança, perspectiva de impeachment, ou que de repente se faça uma luz e o Brasil consiga comprar vacinas suficientes, que se consiga frear o desmate, o genocídio indígena, a fome, a violência policial, o negacionismo, o despreparo, o desrespeito com a população, achei lindo ver tanta gente disposta a dar as caras, nas redes ou nas ruas, a se juntar pra botar pra fora um grito, um protesto, um desabafo, um gesto de: não concordamos.

E, como a frase que ouvi (também de um argentino): Não tem esperança? Tudo bem, vai sem mesmo.

Nem que seja aos poucos: vamos avançar.
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#HayQueProtestar#foraBolsonaro#VemVacina#bolsonarogenocida#forabolsonarogenocida#vacinasim#EleNão#sabedoriadetaxista#taxiwisdom

O TEMPO DAS CORES

AEE CHEGOU! “O Tempo das Cores”, novo livro infantil da escritora Débora Thomé com ilustrações minhas, fala sobre uma época em que o mundo tinha cores separadas que não se misturavam, mas duas moças valentes foram incumbidas de entrar em uma aventura com caixas que poderiam salvar tudo. ⁠

A história, narrada lindamente pela @altajuda.deborathome, foi elaborada com muito carinho, editada pela @editorajandaira com design da @doroteiadesign; e eu estou super feliz e apegada a esse trabalho, que foi uma delícia de fazer, etapa a etapa. 

VEJA MAIS AQUI:

https://evauviedo.com.br/o-tempo-das-cores

❤️🧡💛💚💙💜

A pré-venda do livro já começou no site da editora @editorajandaira e comprando até dia 11/05 você ganha frete grátis. ⁠https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/o-tempo-das-cores

INCÊNDIO

“Meu nome é Zelda. Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de mim. Ou não, é claro. Porque, oficialmente, estou morta. Há anos. Muitos anos. Um trágico acidente envolvendo um incêndio. Depois falamos sobre isso; o que preciso contar aqui é uma história que talvez jamais devesse ser registrada. Consegui, afinal, manter este improvável segredo até meu leito de morte, minha verdadeira morte. Imagino que seja ela chegando agora, as mãos manchadas, os ossos e articulações já não reagindo como antes, as dores, a lentidão, a fraqueza. Mas a mente está intacta. As memórias também. Talvez sejam invenções. Já não faz mais diferença. Depois da morte, tudo é ficção.”⁠
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O projeto FOLHETIM do @SescPompeia é um experimento literário que convida escritores a criarem narrativas inéditas.

Fui convidada a ilustrar o conto “Incêndio”, de Clara Averbuck @caverbuck que vai ser publicado em seis episódios, sempre às quartas-feiras e já está no ar o capítulo 1: Vida Nova no Medium do Sesc

Leia aqui: ⁠
https://folhetimsescpompeia.medium.com/⁠

COISAS E MAIS COISAS

Gente, rapidinho, dois avisos: ⁠

1️⃣ A série #SobreAmoreOutrosPeixes segue ⁠com reproduções exclusivamente em fine art*, qualidade de impressão profissional em papéis selecionados. ⁠

Para comprar: shop.evauviedo.com

2️⃣ No entanto, alguns outros desenhos – que não são da série – vocês encontram à venda em versão camiseta na @elcabriton; e em versão poster ou print digital enquadrado, canecas, almofadas, cadernos e cartões) na @colab55. Acabo de subir uma leva nova!

Para comprar:⁠

https://www.elcabriton.com/⁠eva-uviedo⁠
https://www.colab55.com/@evauviedo⁠

(*) tipo de impressão de mais qualidade e definição, e materiais (tanto a tinta quanto o papel) que permitem uma reprodução mais perfeita e mais durabilidade

CARTA A QUEM AINDA VAI NASCER

Não foi o primeiro livro infantil que ilustrei do início ao fim, mas o primeiro a ser impresso e chegar às minhas mãos. Daquelas coisas que se pensa: por que não fiz isso antes? Porque eu amo livro infantil ilustrado, sigo comprando mesmo sem a desculpa de ser para as crianças, acho que o Brasil tem uma produção riquíssima do gênero e estou feliz demais com esses novos projetos – três deles já prontos e que devem chegar às livrarias ainda no primeiro semestre. ⁠

“Carta a quem ainda vai nascer”, de Babi Dias e Priscila Col del Nero é sobre vir a ser: ‘Uma mãe que ainda não é mãe escreve uma carta para o filho que ainda não é filho, é sonho. Ao imaginar esse filho, a mãe reflete sobre os caminhos para uma vida tranquila e feliz, cultivando relações saudáveis com o próprio corpo e com as próprias emoções, com as outras pessoas e com o mundo’.⁠

NOVIDADE: FINE ART

Bom dia com NOVIDADES sobre as vendas de reproduções: já estão disponíveis na loja online algumas artes (umas novas, e outras, em nova versão), em impressão FINE ART sobre papel Hahnemühle Photo Matt Fibre 200g, tamanho A3 (29,7 x 42 cm) e A4 (21 x 27,9). ⁠

shop.evauviedo.com 】⁠

Para quem não conhece, fine art é um tipo de impressão de mais qualidade, com mais definição, e materiais (tanto a tinta quanto o papel) que permitem uma reprodução mais perfeita e mais durabilidade. O que garante que você vai ter uma reprodução fiel ao original e que vai durar décadas sem perdas.

Além disso, tem a possibilidade de imprimir em tamanhos maiores e algumas artes sob demanda – se tiver interesse, consulte por email: hello@evauviedo.com.br⁠.⁠

Os motivos para essa mudança foram muitos e envolvem principalmente: garantir uma qualidade unificada dos prints; otimizar o sistema de produção e envio (me deixando assim com mais tempo para outros projetos, incluindo artes novas para ter à venda), flexibilidade nos projetos e, claro, oferecer algo que acredito ser melhor.

Além disso, a maioria das galerias só trabalham com fine art e, bem, esses são planos futuros mas precisam de um pontapé inicial. Espero que gostem ;)

No entanto:

→ PROMO// ainda tem na loja disponíveis e em promoção algumas impressões digitais (cuja venda vai até o fim do estoque) e desenhos originais. ⁠Aproveitem:

shop.evauviedo.com 】⁠

SABENDO QUE ÉS MINHA

Eu amei TANTO fazer essa capa <3 ⁠
“Sabendo que és minha”, primeiro romance da Fabrina Martinez é um livro sensível e envolvente e tocou em cantos tão profundos do meu ser que nem sei. A escrita é de uma sinceridade que corta a carne e faz um dique se romper. É sobre mães & filhas & perdas & as coisas todas, sobre resolver. E tem fundo do mar e as águas dela tem tudo a ver com as minhas nesse oceano de emoção. Na contra-capa, definição certeira: “Só quem conhece as profundezas – regiões abissais habitadas por seres como a lula vampira do inferno ou a própria psique – é capaz de tecer um romance como este. Fabrina Martinez é essa tecelã: sílaba a sílaba, forma palavras e trama frases curtas cravejadas de sonho, solidão, silêncio. Um livro sobre luto. E a coragem de ficar viva.”⁠

Agradeço demais @fabrina.martinez e @editorajandaira pelo convite para esse mergulho <3⁠
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➡️ PRÉ-VENDA
Comprando o livro hoje, você garante essa obra, que será entregue ao final do mês que vem (outubro/2020), com brindes exclusivos:⁠

https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/⁠
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#leiamulheres #editorajandaira #editoraindependente #fabrinamartinez #sabendoqueésminha #SobreAmoreOutrosPeixes #illustration #ilustração #ilustración #ilustraciones #ilustracióneditorial #procreate #bookcover

JOGO: VIDAS VIOLETAS

‘Vidas Violetas – um jogo em que as mulheres dão as cartas’ é produto da pesquisa ‘Mulher & Cidadania’ e foi idealizado pela professora Dra. Maria Raquel Gomes Maia Pires da Universidade de Brasília (UnB), com foco no atendimento de mulheres em situação de violência. A vida de ícones como Madonna, Miriam Makeba, Joana D’Arc, Marta Dillon e muitas outras inspiraram as ilustrações (não-figurativas) das cartas.

Eu fiz metade delas, a @ju.chooo, a outra metade; e a produção ficou a cargo da @purpurina.cc⁠.

Pra ver mais cartas:⁠
https://evauviedo.com.br/vidasvioletas ☜⁠

E o jogo já está à venda aqui:⁠
https://recriarse.lojavirtualnuvem.com.br/⁠

LIVRO: CAROLINA VAI AO MALAWI

Foi lançado hoje, nas redes da Sustenidos Organização Social de Cultura, o livro infanto-juvenil “Carolina vai ao Malawi”, que fiquei muito feliz de ter ilustrado. Ele conta a experiência de Maria Carolina, estudante de música e percussionista, que passou um período como voluntária na Music Crossroads, academia de música do Malawi, no Sudeste da África.⁠

Veja todas as ilustrações aqui:
https://evauviedo.com.br/carolina-vai-ao-malawi

O MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) é um programa de intercâmbio e voluntariado entre as organizações musicais JMNorway, Trøndertun Folk High School, Music Crossroads Malawi, Music Crossroads Moçambique e Sustenidos. A cada ano, seis jovens ex-alunos e educadores do Projeto Guri – @projetoguri (programa sociocultural mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Sustenidos) passam uma temporada de dez meses nos outros países participantes, Noruega, Malawi e Moçambique (e vice-versa).⁠

“Após alguns anos de colaboração entre as organizações, tivemos a ideia de elaborar livros infantis que contassem um pouco sobre a experiência de ser estrangeiro e viver em outro país. Cada livro fala sobre aspectos da cultura do local retratado: são apresentados costumes, músicas, brincadeiras infantis, lendas, roupas, comidas… E os narradores vão tentando entender as diferenças e semelhanças entre a cultura brasileira e a do país onde estão vivendo. Esperamos que esta coleção desperte nas crianças a curiosidade em relação ao mundo, a coragem de conhecer o novo e o respeito por aquilo que é diferente”, conta Alessandra Costa, autora dos livros e diretora executiva da Sustenidos. ⁠

Agradeço demais a todos os envolvidos no projeto, em especial à parceria da @purpurina.cc

Veja todas as ilustrações aqui:
https://evauviedo.com.br/carolina-vai-ao-malawi


➡️ Para saber mais sobre o projeto e baixar gratuitamente o PDF do livro, acesse:⁠ https://www.sustenidos.org.br⁠

VAI PASSAR

“Junto da torrente de notícias que dão conta da propagação de casos de Covid-19, uma leva de artistas, ilustradores e designers de diferentes estados também têm inundado as redes sociais de tirinhas, pinturas e desenhos sobre a crise. Sem desconsiderar a gravidade da situação, eles miram na leveza para transmitir mensagens de esperança e resiliência aos internautas”⁠

@vejasp destacou esse desenho na matéria “Lindas ilustrações para acalmar a quarentena”, junto ao trabalho de colegas incríveis: @ltdathayde @museu_inventado @robinho_santana @itsbohr @lariarantes @omeninouniverso @ofelipeguga e @deia_bellotti.⁠

O link (para assinantes) está aqui:
https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/ilustracoes-quarentena/⁠

#VAIPASSAR#FiqueEmCasa
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⚠️ Essa arte não está à venda, mas como recompensa em uma iniciativa super bacana da ilustradora @colorlilas: Artistas em Quarentena. ⁠O projeto busca levantar grana para dividir entre artistas que estão sem trabalho e que foram muito prejudicados/as pelos cancelamentos devido à quarentena. ⁠Com valores de 5 a 20 reais você pode contribuir pra permitir a esses artistas uma renda mínima ⁠

➡️ apoia.se/artistasemquarentena⁠

AS PALAVRAS TEM FORÇA

Pequenas alegrias em tempos estranhos – ⁠fui citada em uma matéria da Revista Joyce Pascowitch @revistajp para falar de palavras na arte “em poemas, desenhos, livros, pinturas, manuscritos” junto com uma turma de mulheres muito foda: @ondejazzmeucoracao @manabernardes @verenasmit, fontes diárias de inspiração. bom pra não esquecer: a gente vive é de poesia. ⁠

https://issuu.com/jeffleal13/docs/revista_joyce_pascowitch_162

“Desde cedo a arte surgiu como uma forma de expressar os sentimentos que estava vivendo”, recorda Eva Uviedo, argentina que chegou ao Brasil aos 9 anos om a família, depois que o pai, direto de uma companhia de teatro, passou a ser perseguido na ditadura”. “Além de desenhar, sempre gostei de escrever poesia, textos curtos. A minha forma de fazer isso é parte em imagens, parte em palavras. Uso frases como uma maneira de maximizar a ideia do desenho e vice-versa. Me dedico a achar a palavra certa tanto quanto a finalizar um desenho”, explica.

Fascinada por tubarões, Eva compôs a série Sobre Amor & Outros Peixes, onde faz analogias entre seres do mar, como polvos e arraias, e sentimentos. “Pensei no ambiente aquático como aquela distorção que acontece quando a gente se apaixona, e fui explorar possibilidades narrativas”, diz a artista, que ilustra capa de discos, livros e não raro encontra mulheres que tatuam seus desenhos.

Quais palavras não saem do seu vocabulário?
Força e delicadeza

CAPACITISMO ESTRUTURAL

“Tal como o machismo, o capacitismo é estrutural. A maioria das pessoas não precisam lidar com determinadas camadas de preconceitos. Para a mulher sem deficiência existem, na maioria dos casos, três camadas a serem enfrentadas: gênero, raça e classe social. Para nós, são: identidade, autonomia, gênero, raça, classe social. ⁠Todo mundo é visto como pessoa com desejos, pensamentos, anseios e demais sentimentos. Ao contrário, pessoas com deficiência são diagnósticos, objetos, não seres humanos.” ⁠

– Fatine Oliveira @disbuga⁠, do @coletivohelenkeller e colunista do @midianinja – Trecho retirado daqui: https://midianinja.org/fatineoliveira/seu-feminismo-inclui-mulheres-com-deficiencia/⁠

➡️ Leia também: https://www.naomekahlo.com/falta-as-mulheres-que-nao-tem-deficiencia-compreenderem-a-existencia-das-mulheres-que-tem-deficiencia/⁠
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⁠[3/6] Ilustração integrante de série para livreto distribuído no evento #BotecodaDiversidade, um projeto do @SescPompeia que busca ampliar a visibilidade política e artística de ações e assuntos ligados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos // edição especial de encerramento do II Encontro Internacional Nós Tantas Outras (4 a 7/3) com o tema Mulheres e Novos Imaginários⁠

Ver mais aqui: https://evauviedo.com.br/sesc-boteco-da-diversidade-2020
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SOBRE O DIREITO À LIBERDADE

“Não tem melhor coisa do que exercitar a liberdade de ser quem a gente é.” ⁠

Frase do TEDx da @flaviadurante – criadora do @bazarpopplus de moda inclusiva, amiga querida e uma aula diária de liberdade. ⁠

Em uma sociedade onde o imaginário se impõe pela mídia e propaganda, quando falamos em liberdade, a primeira ideia que vem é a do comercial da agência de viagens, do cartão de crédito, do absorvente extra fino, do banco de imagem. Mas a gente precisa se libertar antes, disso. Ampliar o olhar.⁠

O feminismo precisa ir além da realidade da mulher branca, magra, urbana, cisgênero, heterossexual. Olhar para os desafios de quem está além dos slogans, dos chavões, dos comerciais. ⁠Para os campos, periferias, prisões. ⁠

Precisa falar de diversos corpos, diversas realidades, diferentes pontos de partida, diferentes desafios. ⁠O que é um assunto superado para umas, pode significar tanto para outras. ⁠Às vezes são coisas mínimas. Direito a escolher a roupa que te sirva. Direito a ter seu nome em um documento. Direito a não ter seu corpo patologizado. A não ter sua identidade negada. A não ser definida por um órgão, seus hormônios, seu peso ou sua cor. A não ser estigmatizada. A ter as mesmas oportunidades em empregos, serviço médico, espaço urbano. Direito a viver sem culpa, sem se esconder, sem ser escondida. A viver sua sexualidade tranquilamente. Direito a ser desejada, amada. Direito a ser vista como mulher. ⁠A mulher que cada uma quer ser.⁠
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Ilustração integrante de série para livreto distribuído no evento Boteco da Diversidade, um projeto do @SescPompeia que busca ampliar a visibilidade política e artística de ações e assuntos ligados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos // edição especial de encerramento do II Encontro Internacional Nós Tantas Outras (4 a 7/3) com o tema Mulheres e Novos Imaginários⁠. ⁠

Ver mais aqui: https://evauviedo.com.br/sesc-boteco-da-diversidade-2020
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#aquarela#acuarela#watercolor#watercolour#watercolorart#watercolorpainting#aquarelle#painting⁠ #bodypositive#gordofobia
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