O PEQUENO PRÍNCIPE

Passando para contar que ontem foi lançada a edição bilíngue do livro “O Pequeno Príncipe / The Little Prince” [Ed. do Brasil], adaptado pela escritora Telma Guimarães (@telma_guimaraes_escritora), com ilustrações minhas 🥰 ⁠

Tem váaarios desenhos que eu amo, mas os personagens moradores dos planetinhas são especiais, porque eu era encantadíssima por eles na versão original: o vaidoso, o rei, o bêbado (!), o geógrafo… É um livro que marcou demais a minha infância (nos anos 70 não tinha tanto livro infantil ilustrado no mercado quanto hoje, então reli esse trocentas vezes)⁠ e estou super feliz com o resultado. Obrigada, @filtroagencia, adorei o desafio <3⁠
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Ah! Dá pra comprar o livro no site da editora @editoradobrasil_oficial:

https://lojavirtual.editoradobrasil.com.br/74126124211-o-pequeno-principe-the-little-prince.html

O TEMPO DAS CORES

AEE CHEGOU! “O Tempo das Cores”, novo livro infantil da escritora Débora Thomé com ilustrações minhas, fala sobre uma época em que o mundo tinha cores separadas que não se misturavam, mas duas moças valentes foram incumbidas de entrar em uma aventura com caixas que poderiam salvar tudo. ⁠

A história, narrada lindamente pela @altajuda.deborathome, foi elaborada com muito carinho, editada pela @editorajandaira com design da @doroteiadesign; e eu estou super feliz e apegada a esse trabalho, que foi uma delícia de fazer, etapa a etapa. 

VEJA MAIS AQUI:

https://evauviedo.com.br/o-tempo-das-cores

❤️🧡💛💚💙💜

A pré-venda do livro já começou no site da editora @editorajandaira e comprando até dia 11/05 você ganha frete grátis. ⁠https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/o-tempo-das-cores

INCÊNDIO

“Meu nome é Zelda. Alguns de vocês já devem ter ouvido falar de mim. Ou não, é claro. Porque, oficialmente, estou morta. Há anos. Muitos anos. Um trágico acidente envolvendo um incêndio. Depois falamos sobre isso; o que preciso contar aqui é uma história que talvez jamais devesse ser registrada. Consegui, afinal, manter este improvável segredo até meu leito de morte, minha verdadeira morte. Imagino que seja ela chegando agora, as mãos manchadas, os ossos e articulações já não reagindo como antes, as dores, a lentidão, a fraqueza. Mas a mente está intacta. As memórias também. Talvez sejam invenções. Já não faz mais diferença. Depois da morte, tudo é ficção.”⁠
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O projeto FOLHETIM do @SescPompeia é um experimento literário que convida escritores a criarem narrativas inéditas.

Fui convidada a ilustrar o conto “Incêndio”, de Clara Averbuck @caverbuck que vai ser publicado em seis episódios, sempre às quartas-feiras e já está no ar o capítulo 1: Vida Nova no Medium do Sesc

Leia aqui: ⁠
https://folhetimsescpompeia.medium.com/⁠

CARTA A QUEM AINDA VAI NASCER

Não foi o primeiro livro infantil que ilustrei do início ao fim, mas o primeiro a ser impresso e chegar às minhas mãos. Daquelas coisas que se pensa: por que não fiz isso antes? Porque eu amo livro infantil ilustrado, sigo comprando mesmo sem a desculpa de ser para as crianças, acho que o Brasil tem uma produção riquíssima do gênero e estou feliz demais com esses novos projetos – três deles já prontos e que devem chegar às livrarias ainda no primeiro semestre. ⁠

“Carta a quem ainda vai nascer”, de Babi Dias e Priscila Col del Nero é sobre vir a ser: ‘Uma mãe que ainda não é mãe escreve uma carta para o filho que ainda não é filho, é sonho. Ao imaginar esse filho, a mãe reflete sobre os caminhos para uma vida tranquila e feliz, cultivando relações saudáveis com o próprio corpo e com as próprias emoções, com as outras pessoas e com o mundo’.⁠

SABENDO QUE ÉS MINHA

Eu amei TANTO fazer essa capa <3 ⁠
“Sabendo que és minha”, primeiro romance da Fabrina Martinez é um livro sensível e envolvente e tocou em cantos tão profundos do meu ser que nem sei. A escrita é de uma sinceridade que corta a carne e faz um dique se romper. É sobre mães & filhas & perdas & as coisas todas, sobre resolver. E tem fundo do mar e as águas dela tem tudo a ver com as minhas nesse oceano de emoção. Na contra-capa, definição certeira: “Só quem conhece as profundezas – regiões abissais habitadas por seres como a lula vampira do inferno ou a própria psique – é capaz de tecer um romance como este. Fabrina Martinez é essa tecelã: sílaba a sílaba, forma palavras e trama frases curtas cravejadas de sonho, solidão, silêncio. Um livro sobre luto. E a coragem de ficar viva.”⁠

Agradeço demais @fabrina.martinez e @editorajandaira pelo convite para esse mergulho <3⁠
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➡️ PRÉ-VENDA
Comprando o livro hoje, você garante essa obra, que será entregue ao final do mês que vem (outubro/2020), com brindes exclusivos:⁠

https://polenlivros.lojavirtualnuvem.com.br/⁠
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JOGO: VIDAS VIOLETAS

‘Vidas Violetas – um jogo em que as mulheres dão as cartas’ é produto da pesquisa ‘Mulher & Cidadania’ e foi idealizado pela professora Dra. Maria Raquel Gomes Maia Pires da Universidade de Brasília (UnB), com foco no atendimento de mulheres em situação de violência. A vida de ícones como Madonna, Miriam Makeba, Joana D’Arc, Marta Dillon e muitas outras inspiraram as ilustrações (não-figurativas) das cartas.

Eu fiz metade delas, a @ju.chooo, a outra metade; e a produção ficou a cargo da @purpurina.cc⁠.

Pra ver mais cartas:⁠
https://evauviedo.com.br/vidasvioletas ☜⁠

E o jogo já está à venda aqui:⁠
https://recriarse.lojavirtualnuvem.com.br/⁠

LIVRO: CAROLINA VAI AO MALAWI

Foi lançado hoje, nas redes da Sustenidos Organização Social de Cultura, o livro infanto-juvenil “Carolina vai ao Malawi”, que fiquei muito feliz de ter ilustrado. Ele conta a experiência de Maria Carolina, estudante de música e percussionista, que passou um período como voluntária na Music Crossroads, academia de música do Malawi, no Sudeste da África.⁠

Veja todas as ilustrações aqui:
https://evauviedo.com.br/carolina-vai-ao-malawi

O MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) é um programa de intercâmbio e voluntariado entre as organizações musicais JMNorway, Trøndertun Folk High School, Music Crossroads Malawi, Music Crossroads Moçambique e Sustenidos. A cada ano, seis jovens ex-alunos e educadores do Projeto Guri – @projetoguri (programa sociocultural mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Sustenidos) passam uma temporada de dez meses nos outros países participantes, Noruega, Malawi e Moçambique (e vice-versa).⁠

“Após alguns anos de colaboração entre as organizações, tivemos a ideia de elaborar livros infantis que contassem um pouco sobre a experiência de ser estrangeiro e viver em outro país. Cada livro fala sobre aspectos da cultura do local retratado: são apresentados costumes, músicas, brincadeiras infantis, lendas, roupas, comidas… E os narradores vão tentando entender as diferenças e semelhanças entre a cultura brasileira e a do país onde estão vivendo. Esperamos que esta coleção desperte nas crianças a curiosidade em relação ao mundo, a coragem de conhecer o novo e o respeito por aquilo que é diferente”, conta Alessandra Costa, autora dos livros e diretora executiva da Sustenidos. ⁠

Agradeço demais a todos os envolvidos no projeto, em especial à parceria da @purpurina.cc

Veja todas as ilustrações aqui:
https://evauviedo.com.br/carolina-vai-ao-malawi


➡️ Para saber mais sobre o projeto e baixar gratuitamente o PDF do livro, acesse:⁠ https://www.sustenidos.org.br⁠

CAPACITISMO ESTRUTURAL

“Tal como o machismo, o capacitismo é estrutural. A maioria das pessoas não precisam lidar com determinadas camadas de preconceitos. Para a mulher sem deficiência existem, na maioria dos casos, três camadas a serem enfrentadas: gênero, raça e classe social. Para nós, são: identidade, autonomia, gênero, raça, classe social. ⁠Todo mundo é visto como pessoa com desejos, pensamentos, anseios e demais sentimentos. Ao contrário, pessoas com deficiência são diagnósticos, objetos, não seres humanos.” ⁠

– Fatine Oliveira @disbuga⁠, do @coletivohelenkeller e colunista do @midianinja – Trecho retirado daqui: https://midianinja.org/fatineoliveira/seu-feminismo-inclui-mulheres-com-deficiencia/⁠

➡️ Leia também: https://www.naomekahlo.com/falta-as-mulheres-que-nao-tem-deficiencia-compreenderem-a-existencia-das-mulheres-que-tem-deficiencia/⁠
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⁠[3/6] Ilustração integrante de série para livreto distribuído no evento #BotecodaDiversidade, um projeto do @SescPompeia que busca ampliar a visibilidade política e artística de ações e assuntos ligados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos // edição especial de encerramento do II Encontro Internacional Nós Tantas Outras (4 a 7/3) com o tema Mulheres e Novos Imaginários⁠

Ver mais aqui: https://evauviedo.com.br/sesc-boteco-da-diversidade-2020
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SOBRE O DIREITO À LIBERDADE

“Não tem melhor coisa do que exercitar a liberdade de ser quem a gente é.” ⁠

Frase do TEDx da @flaviadurante – criadora do @bazarpopplus de moda inclusiva, amiga querida e uma aula diária de liberdade. ⁠

Em uma sociedade onde o imaginário se impõe pela mídia e propaganda, quando falamos em liberdade, a primeira ideia que vem é a do comercial da agência de viagens, do cartão de crédito, do absorvente extra fino, do banco de imagem. Mas a gente precisa se libertar antes, disso. Ampliar o olhar.⁠

O feminismo precisa ir além da realidade da mulher branca, magra, urbana, cisgênero, heterossexual. Olhar para os desafios de quem está além dos slogans, dos chavões, dos comerciais. ⁠Para os campos, periferias, prisões. ⁠

Precisa falar de diversos corpos, diversas realidades, diferentes pontos de partida, diferentes desafios. ⁠O que é um assunto superado para umas, pode significar tanto para outras. ⁠Às vezes são coisas mínimas. Direito a escolher a roupa que te sirva. Direito a ter seu nome em um documento. Direito a não ter seu corpo patologizado. A não ter sua identidade negada. A não ser definida por um órgão, seus hormônios, seu peso ou sua cor. A não ser estigmatizada. A ter as mesmas oportunidades em empregos, serviço médico, espaço urbano. Direito a viver sem culpa, sem se esconder, sem ser escondida. A viver sua sexualidade tranquilamente. Direito a ser desejada, amada. Direito a ser vista como mulher. ⁠A mulher que cada uma quer ser.⁠
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Ilustração integrante de série para livreto distribuído no evento Boteco da Diversidade, um projeto do @SescPompeia que busca ampliar a visibilidade política e artística de ações e assuntos ligados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos // edição especial de encerramento do II Encontro Internacional Nós Tantas Outras (4 a 7/3) com o tema Mulheres e Novos Imaginários⁠. ⁠

Ver mais aqui: https://evauviedo.com.br/sesc-boteco-da-diversidade-2020
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8M

Mulheres são mulheres. Nem todas delicadas, nem todas maternais, nem todas cuidadoras, nem todas encantadoras, nem todas tão guerreiras. Nem tão maravilhosas quanto gostaríamos, às vezes. Não tão facilmente explicadas pela biologia. Nem todas são CIS, aliás, é bom lembrar. Tem recorte de raça, de classe. Tem fatores culturais. Somos bilhões de indivíduas.⁠
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Em comum, tem que: somos historicamente relegadas. Economicamente exploradas. Somos dos primeiros grupos a ter os direitos rifados. Somos instigadas a entrar em caixinhas com modelos de comportamento. Somos questionadas sobre o que fazemos ou deixamos de fazer da nossa vida, dos nossos corpos. Se pintou, lixou, arrancou, ou se deixou de pintar, lixar, arrancar. Somos convencidas de que ser bonita é um valor maior do que ser independente, inteligente, bem-sucedida profissionalmente. Que ser magra importa mais que ser saudável. Que ter marido e filhos é uma conquista. Que bom mesmo é ser jovem, mas tem que “saber envelhecer”, seja lá o que isso queira dizer. ⁣⁠

⁠Não existe solução que não passe por nos unirmos. Nos apoiarmos. Ser exemplo e inspiração umas para as outras. Mas isso não basta. É preciso escutar quem tem uma vivência diferente da sua. Estudar e se engajar mais em lutas que se misturam: antirracista, antigordofobia, LGBTQia+, inclusão de pessoas com deficiência e mais. Entender que somos diferentes. Que a opressão pesa mais sobre algumas de nós. Que algumas lutas são cruciais. Que um sistema não deixa de ser opressor se só algumas escaparem dele.⁠

E que todas, absolutamente todas, merecemos coisas simples, que ainda nos são negadas: Ser livres. Ficar vivas. Que encham menos nossa paciência.⁠

Não tem como aceitar menos que isso não.⁠
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Ilustração integrante de série para livreto distribuído no evento Boteco da Diversidade, um projeto do @sescpompeia que busca ampliar a visibilidade política e artística de ações e assuntos ligados à diversidade cultural e à defesa dos direitos humanos // edição especial de encerramento do II Encontro Internacional Nós Tantas Outras (4 a 7/3) com o tema Mulheres e Novos Imaginários

Ver mais aqui: https://evauviedo.com.br/sesc-boteco-da-diversidade-2020

RECOMEÇOS

Livro dos Recomeços

Como parte das ações da @vademarisa para o Outubro Rosa 2019, de incentivo à prevenção do câncer de mama, foi criada uma rede entre mulheres que foram mastectomizadas (sofreram a cirurgia de retirada do seio) através de uma troca de mensagens de força e apoio usando a tag #RedeDoRecomeço⁠. ⁠

Algumas dessas mensagens foram selecionadas para fazer parte de um livro que ilustrei (Livro dos Recomeços, produzido pela @momentumbrasil) que ficará disponível em salas onde são realizadas sessões de quimioterapia. Como diz no prefácio “são mensagens de inspiração e força, que valorizam a jornada coletiva e facilitam todo o processo de quem passa pelo câncer de mama”.⁠

Gostei muito da ideia, e de criar algo que possa efetivamente ajudar mulheres em um momento de fragilidade e insegurança como esse. Histórias inspiradoras e imagens delicadas que ao mesmo tempo transmitam força podem servir de apoio em um momento decisivo da vida dessas mulheres.⁠

Saibam mais sobre o projeto aqui:⁠
https://www.marisa.com.br/outubro-rosa⁠

➡️ E veja todas as ilustrações em evauviedo.com

SOBRE O MUNDO E A ILUSÃO

Ontem, falando sobre ferramentas para analisar, e suportar através do entendimento, o momento presente (filosofia, história, astrologia etc), e do potencial risco disso descambar para um escapismo intelectual, lembrei dessa parábola, que ilustrei há uns dez anos para uma revista de ioga: “Um yogi vivia numa densa floresta com seus discípulos. Ele ensinava o desapego, e repetia para os estudantes que o mundo manifestado é pura ilusão.⁠

Um dia, um elefante atacou a ermida onde eles moravam. Todos se refugiaram no alto de uma árvore enquanto o elefante se refestelava no estoque de arroz deles. ⁠

Quando o animal foi embora, um estudante perguntou ao mestre: ‘Sempre aprendemos de você que o mundo é ilusório, mas não pude deixar de observar que, quando fomos atacados pelo elefante, você se refugiou junto conosco. Se de fato o mundo é ilusório, não bastava ter ficado quieto no lugar enquanto a ilusão do elefante passava?’⁠

O mestre respondeu: ‘Sabemos que o mundo é uma ilusão – mas o elefante não sabe’.”⁠

[Coluna Tudo de Om, por Pedro Kupfer – Revista Prana Yoga Journal #25]⁠

KIMOH obra #06

 

O processo de criação do quimono personalizado que faço em parceria com a @kimohbr começa com uma boa conversa entre a cliente e a @passosdejana sobre suas características, expectativas e experiências de vida a serem marcadas na peça.
Ela me passa e começo a pensar que imagens representariam isso melhor. Enquanto isso a peça fica em branco, esticada no cavalete, esperando, absorvendo. Pode demorar uns dias. Lentamente consigo ver a imagem surgindo nele, junto com os símbolos que vão ajudar a contar essa história. Em seguida faço o rascunho e imprimo em tamanho grande para passar pro quimono. Durante o processo outras ideias vão aparecendo, claro. No final, escrevo um texto contando a simbologia usada, lendas, e como tudo se amarra com a história da pessoa que vamos contar. É um processo que tem seu próprio tempo; muitas vezes a imagem demora a aparecer, mas nunca falha.

Tem sido muito gratificante essa troca, essa experiência de ouvir histórias e pessoas, criar peças com significado. Agradeço muito a @passosdejana por ter a ideia, pela confiança e por tornar isso possível ♥️ podem ter certeza que é tudo muito especial 👘

ROTAS DO VINHO

Estou adorando fazer esses mapas para a seção Rota da revista Wine com roteiros de vinícolas do mundo inteiro. O único porém é que dá uma vontade LOUCA de viajar por aí, atrás de lindas paisagens e ver o pôr-do-sol bebendo os melhores vinhos do mundo. Não dá?

 

TE CONECTA EM K7

De todas as vezes que o espírito da Marie Kondo passou por esta casa, NUNCA foi cogitada uma limpa na minha coleção de fitas K7. Foi aí que começou o caso de amor com a música.

Era a década de 80 e eu, pré-adolescente, juntava um tanto de dinheiros para comprar as fitinhas MIX DE HITS que o moço levava pra vender na minha cidade de vez em quando. Era o verdadeiro Spotify ambulante: tinha as opções ‘novela’, ‘sertanejo’, ‘internacional’ e sob encomenda. Minha primeira foi a de ‘rock’ (escolhi porque tinha 7 Vampiras, do Leo Jaime).

Já em SP, foram madrugadas com o dedinho em cima do REC esperando pra gravar as músicas quando tocassem na rádio (xingando o radialista que falava TRANSamérica bem no meio). E mais as que comprei no lançamento, com essa fitinha de zero bala que dava tanta satisfação abrir. Teve a conquista do walkman próprio, emoção jamais superada por qualquer produto Apple.

Aí ganhei um 3 em 1 DUPLO DECK e achei que era o auge tecnológico da vida. Dava pra gravar de disco pra fita, de fita pra fita… era um tal de playlist dançante pra levar na bolsa caso a festa estivesse chata. Teve a vez que montamos uma rádio pra tocar durante o intervalo no colegial e pedíamos para os alunos levarem as fitas já no ponto pra gente tocar (tinha treta de sair na mão, música é coisa séria). Teve fitinha de declaração pro crush (que hoje é marido).

Quando voltou a onda do vinil (mídia esta que jamais abandonei), nem me passou pela cabeça que a fita #K7 pudesse ter um revival. Mas imagina só a ALEGRIA que é ver meu desenho estampado em uma delas, ainda mais com um trabalho tão especial e cheio de significado quanto é o #TeConecta da Pitty. Ela e a Deckdisc acertaram em cheio. E tem tudo a ver porque é disso que a música fala, conexão. Com o passado, com o futuro, consigo mesmo e sua história.

Não sei quantas pessoas ainda tem toca-fitas ou walkman. Mas acho que todos os que passaram por experiências parecidas com essas nos anos 80, 90, e até 2005 quando realmente popularizou o iPod (shuffle, que era um modelo mais acessível), tem no mínimo uma ponta de carinho por esse formato.

Eu tenho de monte, e vocês?

KIMOH obra #03

Nos últimos dias do ano passado fiz mais um quimono personalizado em parceria com a Kimoh para uma cliente muito especial, daqueles trabalhos super legais de fazer.

Funciona assim: através das características, gostos, momento da vida da pessoa, crio uma ilustração para estampar a peça. Os quimonos são desenvolvidos cuidadosamente para esse fim, sob medida e exclusivo, é usado um tecido que realça a cor da aquarela… enfim, um capricho. E acompanha um texto que conta um pouco quais foram as inspirações para o desenho e os símbolos envolvidos nele. 🐟

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Quer saber mais? Dá uma olhada no site da marca https://www.kimoh.store/customer-care // entra em contato por e-mail kimonoskimoh@gmail.com // ou via Whatsapp 11 964402952. 👘

E no evauviedo.com.br/kimoh os outros modelos que já fiz.

SMARTPHONE: USE TAMBÉM PARA FALAR

Alô! Só pra contar que amei muito fazer essa série de ilustras para as dicas de etiqueta digital de Claudia Matarazzo na Revista Versatille. porque acho o tema super pertinente: por que as pessoas andam com tanta resistência a usar o telefone para falar? Não tem coisa que seria resolvida mais facilmente com 2 minutos de conversa em vez de meia hora de áudios trocados pra lá e pra cá? Por que estamos substituindo a um minuto de diálogo por dezenas de mini-monólogos? Vamos ser mais práticos e afetuosos ao mesmo tempo? Essa é minha campanha atual: beijo, me liga (mesmo).

veja mais aqui:
https://www.evauviedo.com.br

https://www.evauviedo.com.br/smartphone-use-tambem-para-falar-versatille-magazine

SITE ATUALIZADO

Hoje a primeira segunda-feira do penúltimo mês do ano, o que dá aquele misto de “força, vamos lá” com “ai meu deus, socorro” e tenho algumas coisas pra compartilhar: meu portfólio finalmente está atualizado com os trabalhos mais recentes em uma nova plataforma, mais leve; me digam o que acharam? Tem uma área só para mapas e travelbooks, algo que curto muito fazer. E a loja online está com estoque renovado, inclusive com originais à venda.

Acessem -> www.evauviedo.com.br

P.s.1: obrigada a todos que passaram pela banca da La Tosca na #feiradesgrafica 2018, foi demais.
P.s.2: fim de semana que vem tem #feiramiolos e #pixelshow, fiquem ligados
– Eva Uviedo